Eu mesma
Hoje resolvi me encontrar
Vesti-me de mim e saí acompanhada da solidão
Fui tapar de uma vez esse vão entre o eu e o eu
Saí despida de todo preconceito
Meio aflita por ter as mãos vazias
E os pés trêmulos, por andarem pelos céus, descalços
Comecei a correr afoita pelos labirintos ilusórios
Travando batalhas com o verbo ser
Como arma
Uma espada luminosa chamada sonho
Havia luzes, também, em meus olhos
Que podiam acender universos
O sol ficava ofuscado num beco qualquer
E eu comigo, vitoriosa,
Caminhava em passos largos os degraus da existência
Assumindo a presidência de ser o que sou
Eu, eleita pela unanimidade de mim
Apesar da difícil escolha de ser eu mesma.
Flávia Martin

6 Fazendo tudo:
muito bom o texto.
vou voltar + vezes...
e valew por passar no meu blog
te+
bj
adorei... estava hj falando disso...
Não adianta ler livros de auto-ajuda, ver filmes, psicologo, se não sabemos quem somos e por que somos isso...
Concordo com o comentário acima... só nós mesmo podemos nos ajudar.
Andando no céu que nem eu!!!
Lindo!
Brigadao pela visita!
Te linkei ta!
Bjokas
Lu
ai brigada pela visita.. mto mesmo,
adorei o poema,a cho q ytens futuro na carreira, continua escrevendo
Não há livro melhor de auta-ajuda do que nossa própria mente...post legal msm. Parabens!!
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